No ano de 2006 iniciei este curso de Pedagogia e tive uma interdisciplina sobre a organização da escola e a elaboração do documento PPP.
Não sabia que PPP significava Projeto Político Pedagógico, tampouco como era construído. Isto porque 2006 era o primeiro ano que estava trabalhando em escola municipal, minha experiência anterior era em escola particular e a palavra PPP era desconhecida pelos professores e comunidade, acredito que quem elaborava era a chefia que coordenava toda a rede destas escolas.
Nos estudos descobri que PPP é o rumo, a direção que a escola perseguirá durante um período , por esse motivo, não deve ser detalhado e rígido, precisa ser flexível e prever reformulações. Deve ser construído no coletivo da escola, sua construção deve envolver todos da comunidade escolar: segmento de pais, professores, equipe diretiva. Não deve ser um documento burocrático, que provavelmente não será cumprido e sim algo objetivo, de acordo com a realidade, por esta razão cada escola deve construir o seu, não pode ser igual em uma rede de escolas como havia vivenciado anteriormente.
De acordo com o texto Projeto Político-Pedagógico, documento de identidade da escola contemporânea, de Ana Mariza Ribeiro Filipouski e Neiva Otero Schaffer:
“Detalhando a sugestão, nesta primeira parte, será interessante que constem:
1 . os dados de identificação da escola, isto é, os dados formais (a localização e a razão da localização; o significado do nome; documentos legais, como ano de criação e outros; níveis de ensino que oferece; número de professores e alunos, por nível; equipe técnica e funcional);
2. um breve histórico da vida da escola, com destaque para elementos relevantes a serem registrados;
3. a caracterização do prédio e dos recursos hoje disponíveis.
À segunda parte corresponde o diagnóstico, para o qual é imprescindível a avaliação coletiva realizada pela comunidade escolar. Aí se apresentam, de forma sucinta, as características atuais da escola no que se refere:
a) às finalidades da educação que realiza;
b) aos alunos que compõem o corpo discente e os princípios de sua formação;
c) à gestão da escola (como ela é administrada, quem decide, quem executa);
d) às práticas pedagógicas comuns na escola (que conhecimentos têm sido priorizados, que estratégias têm sido adotadas no ensino, que recursos são utilizados, que projetos realiza e qual a justificativa pedagógica para sua realização);
e) aos resultados alcançados (qual o nível de satisfação de professores e alunos com o trabalho, qual a situação da aprendizagem/evasão e reprovação);
f) à forma atual de avaliação e progressão dos alunos;
g) aos principais problemas e conflitos que enfrenta.”
Foi através dos estudos no Pead que aprendi sobre este documento, a teoria juntou-se a prática quando participei da elaboração do primeiro PPP da escola que atualmente trabalho. Este momento foi muito importante porque os professores se dividiram por grupos de estudos e me envolvi diretamente na parte da avaliação, havia um descontentamento porque a avaliação era descritiva, era muito cansativa para os professores elaborarem e a comunidade não compreendia, desta forma propomos outro forma de expressar os resultados da avaliação e buscamos embasamento teórico para a escolha .
De acordo com o texto Projeto Político-Pedagógico, documento de identidade da escola contemporânea, de Ana Mariza Ribeiro Filipouski e Neiva Otero Schaffer:
“Ainda que a construção deste documento seja incumbência de cada um e de todos os professores, talvez seja oportuno que se formem grupos de estudos por assunto, os quais assumirão a responsabilidade de organizar sessões de discussão e sistematização do documento, submetendo ao coletivo um texto previamente aprofundado por alguns professores.”
Atualmente sei sobre a importância deste documento para a organização da escola e meu papel para sua construção, este ano juntamente com a comunidade escolar participei novamente da construção do PPP , vou aprendendo mais e ampliando minha participação.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Tecnologia no contexto escolar
Antes de iniciar este curso de Pedagogia tinha pouco contato com computador, apenas digitada com dificuldades alguns textos e avaliações dos alunos, mas não tinha contato com Internet, não sabia nem mandar um e-mail. Não buscava aprender porque tinha medo de mexer no computador e não saber, fazer algo errado e passar por ignorante.
Na escola que trabalhava, as crianças tinham aula de informática somente com outra professora. Tinha a oportunidade de agendar horário uma vez por semana para ir ao laboratório e trabalhar com meus alunos, mas nunca ia, achava que já estava ótimo a oportunidade de irem uma vez por semana, afinal de contas, faltaria tempo para dar todos os conteúdos propostos do ano letivo.
As únicas aulas de informática dos alunos, não tinham seguimento com o que estava sendo trabalhado na sala de aula.
De acordo com o texto: A introdução da informática no ambiente escolar, do Professor José Júnio Lopes:
“No começo, quando as escolas começaram a introduzir a informática no ensino, percebeu-se pela pouca experiência com a tecnologia, um processo um pouco caótico. Muitas escolas introduziram em seu currículo o ensino da Informática como pretexto da modernidade. Mas o que fazer nestas aulas? E quem poderia dar estas aulas? A princípio contrataram técnicos que tinham como missão ensinar informática. No entanto eram aulas descontextualizadas, com quase vínculo nenhum com as disciplinas, cujos objetivos principais eram o contato com a nova tecnologia e oferecer a formação tecnológica necessária para o futuro profissional na sociedade”. Pág 2
No primeiro semestre do curso de Pedagogia da UFRGS tive uma interdisciplina sobre o uso das tecnologias na escola.
Descobri através dos estudos que os recursos computacionais devem ser usados na escola tendo sempre um objetivo, desde que orientado de maneira adequada traz benefícios para a educação, pode possibilitar a aprendizagem dos conteúdos de forma diferenciada resultando em construção de conhecimento dinâmico e significativo.
A partir dos estudos do Pead tive maior contato com a tecnologia, fui perdendo o medo e gostando das novas descobertas, comecei a ir com mais frequencia ao laboratório e criar atividades que pudessem aproveitar este espaço aprendendo de forma mais significativa os conteúdos propostos.
Atualmente sei que tenho muito o que aprender, mas posso dizer que sou muito diferente daquela pessoa que iniciou o curso da UFRGS no ano de 2006, quando não sei algo não tenho medo de buscar, gosto de usar a internet como recurso para buscar novas estratégias de ensino, crio atividades para que possam ir ao laboratório e usar o computador procurando sempre relação com os conteúdos trabalhados em sala de aula.
Na escola que trabalhava, as crianças tinham aula de informática somente com outra professora. Tinha a oportunidade de agendar horário uma vez por semana para ir ao laboratório e trabalhar com meus alunos, mas nunca ia, achava que já estava ótimo a oportunidade de irem uma vez por semana, afinal de contas, faltaria tempo para dar todos os conteúdos propostos do ano letivo.
As únicas aulas de informática dos alunos, não tinham seguimento com o que estava sendo trabalhado na sala de aula.
De acordo com o texto: A introdução da informática no ambiente escolar, do Professor José Júnio Lopes:
“No começo, quando as escolas começaram a introduzir a informática no ensino, percebeu-se pela pouca experiência com a tecnologia, um processo um pouco caótico. Muitas escolas introduziram em seu currículo o ensino da Informática como pretexto da modernidade. Mas o que fazer nestas aulas? E quem poderia dar estas aulas? A princípio contrataram técnicos que tinham como missão ensinar informática. No entanto eram aulas descontextualizadas, com quase vínculo nenhum com as disciplinas, cujos objetivos principais eram o contato com a nova tecnologia e oferecer a formação tecnológica necessária para o futuro profissional na sociedade”. Pág 2
No primeiro semestre do curso de Pedagogia da UFRGS tive uma interdisciplina sobre o uso das tecnologias na escola.
Descobri através dos estudos que os recursos computacionais devem ser usados na escola tendo sempre um objetivo, desde que orientado de maneira adequada traz benefícios para a educação, pode possibilitar a aprendizagem dos conteúdos de forma diferenciada resultando em construção de conhecimento dinâmico e significativo.
A partir dos estudos do Pead tive maior contato com a tecnologia, fui perdendo o medo e gostando das novas descobertas, comecei a ir com mais frequencia ao laboratório e criar atividades que pudessem aproveitar este espaço aprendendo de forma mais significativa os conteúdos propostos.
Atualmente sei que tenho muito o que aprender, mas posso dizer que sou muito diferente daquela pessoa que iniciou o curso da UFRGS no ano de 2006, quando não sei algo não tenho medo de buscar, gosto de usar a internet como recurso para buscar novas estratégias de ensino, crio atividades para que possam ir ao laboratório e usar o computador procurando sempre relação com os conteúdos trabalhados em sala de aula.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Informática no contexto escolar
Esta semana a atividade que foi mais significativa foi uma produção textual em duplas no Laboratório de informática, os alunos já tiveram oportunidade de escrever textos na sala de aula, mas no laboratório foi bem mais significativo para eles porque tiveram contato com a tecnologia que despertou interesse e maior vontade de aprender.
Nesta escola já trabalhava com os alunos no Laboratório de informática, no entanto apenas utilizava este espaço para que os alunos jogassem na internet, não havia uma proposta de trabalho utilizando para trabalhar os conteúdos de forma diferenciada, através dos estudos no Pead, percebi o quanto o uso das tecnologias poderiam contribuir para que meus alunos aprendessem os conteúdos de forma mais atrativa.
“O próprio espaço do laboratório de informática já estimula a participação dos alunos nas atividades propostas, considerando que a maioria dos alunos da rede pública de ensino só consegue ter acesso a computadores na escola. Normalmente o desempenho dos alunos melhora e muitos professores relatam a maneira como o computador contribuiu para o processo de aprendizagem. Conteúdos curriculares são integrados às atividades e os alunos desenvolvem habilidades tecnológicas durante a realização das propostas. Motivados e felizes, alunos compartilham com a família as inovações da escola e as novas aprendizagens. Os pais percebendo o entusiasmo dos filhos começam a acreditar que eles poderão conquistar melhores condições de vida, convictos de que a Educação é a único instrumento capaz de conter o crescimento das desigualdades sociais, incluindo e acolhendo a todos, sem distinção.” As novas tecnologias da infoormação e comunicação no contexto escolar, de Elisete Oliveira Santos Baruel
De acordo com (FRÓES) “Os recursos atuais da tecnologia, os novos meios digitais: a multimídia, a Internet, a telemática trazem novas formas de ler, de escrever e, portanto, de pensar e agir. O simples uso de um editor de textos mostra como alguém pode registrar seu pensamento de forma distinta daquela do texto manuscrito ou mesmo datilografado, provocando no indivíduo uma forma diferente de ler e interpretar o que escreve, forma esta que se associa, ora como causa, ora como conseqüência, a um pensar diferente.” A introdução da informática no ambiente escolar, de Professor . José Junio Lopes .
Desta forma, utilizei a informática como uma aliada no processo de construção da aprendizagens de meus alunos e o resultado está sendo positivo.
Esta semana a atividade que foi mais significativa foi uma produção textual em duplas no Laboratório de informática, os alunos já tiveram oportunidade de escrever textos na sala de aula, mas no laboratório foi bem mais significativo para eles porque tiveram contato com a tecnologia que despertou interesse e maior vontade de aprender.
Nesta escola já trabalhava com os alunos no Laboratório de informática, no entanto apenas utilizava este espaço para que os alunos jogassem na internet, não havia uma proposta de trabalho utilizando para trabalhar os conteúdos de forma diferenciada, através dos estudos no Pead, percebi o quanto o uso das tecnologias poderiam contribuir para que meus alunos aprendessem os conteúdos de forma mais atrativa.
“O próprio espaço do laboratório de informática já estimula a participação dos alunos nas atividades propostas, considerando que a maioria dos alunos da rede pública de ensino só consegue ter acesso a computadores na escola. Normalmente o desempenho dos alunos melhora e muitos professores relatam a maneira como o computador contribuiu para o processo de aprendizagem. Conteúdos curriculares são integrados às atividades e os alunos desenvolvem habilidades tecnológicas durante a realização das propostas. Motivados e felizes, alunos compartilham com a família as inovações da escola e as novas aprendizagens. Os pais percebendo o entusiasmo dos filhos começam a acreditar que eles poderão conquistar melhores condições de vida, convictos de que a Educação é a único instrumento capaz de conter o crescimento das desigualdades sociais, incluindo e acolhendo a todos, sem distinção.” As novas tecnologias da infoormação e comunicação no contexto escolar, de Elisete Oliveira Santos Baruel
De acordo com (FRÓES) “Os recursos atuais da tecnologia, os novos meios digitais: a multimídia, a Internet, a telemática trazem novas formas de ler, de escrever e, portanto, de pensar e agir. O simples uso de um editor de textos mostra como alguém pode registrar seu pensamento de forma distinta daquela do texto manuscrito ou mesmo datilografado, provocando no indivíduo uma forma diferente de ler e interpretar o que escreve, forma esta que se associa, ora como causa, ora como conseqüência, a um pensar diferente.” A introdução da informática no ambiente escolar, de Professor . José Junio Lopes .
Desta forma, utilizei a informática como uma aliada no processo de construção da aprendizagens de meus alunos e o resultado está sendo positivo.
domingo, 13 de junho de 2010
QUINTA-FEIRA, DIA 10/06 realizamos uma atividade muito especial,estamos estudando sobre a escola e a atividade que destaco para este blog foi as entrevistas as pessoas que trabalham na escola, os grupos escolheram quem gostariam de entrevistar, cada grupo escreveu em folha e nome dos componentes, quem entrevistariam, nome da pessoa , criaram as perguntas e anotaram .
Recebemos na sala de aula as pessoas que foram convidadas para entrevista: Uma professora, secretária, diretora e vice, um funcionário da limpeza, uma merendeira, orientadora e supervisora.
Os entrevistados ouviam as perguntas, respondiam e toda a turma escutava, os grupos responsáveis anotavam as respostas .
Percebi o brilho nos olhos das crianças cada vez que ia um funcionário diferente da escola para ser entrevistado, sentiam-se valorizados e faziam de tudo para corresponder, um grupo até se posicionou levantando para realizar as perguntas, os outros gostaram e passaram a levantar-se também, as perguntas eram bem características deles, exemplo: Perguntaram para a professora escolhida do terceiro ano: Você sabe dar uma boa aula? Você vai dar uma boa aula para nós? Você passa muita coisa no quadro? Quando você vai para de ser professora?
Para o senhor que trabalha na limpeza perguntaram se ele limpa o banheiro, se põe papel higiênico no banheiro, se usa luva para fazer seu trabalho
"A valorização do “Ser” a partir de seu contexto histórico e cultural permeia toda proposta curricular. Segundo Vigotsky, o aluno não é só o sujeito da aprendizagem, mas, aquele que aprende com o outro (colegas e adultos) o que o seu grupo social produz, construindo assim seus valores, sua linguagem e o próprio conhecimento."
"Professores, auxiliares, coordenadores, cozinheiras, serviços gerais, voluntários e diretoria são considerados educadores a partir do momento que participam direta ou indiretamente dos projetos desenvolvidos e como tal devem corresponder aos seguintes anseios:
Acreditar na educação como meio de transformação social;
• Entender a educação a partir da visão sistêmica: tudo está interligado, a contextualização das partes leva à compreensão do todo;
• Acolher a diversidade;
• Adotar uma postura reflexiva, compreendendo e não julgando;
• Utilizar o afeto como principal recurso pedagógico;
• Investir nas possibilidades dos educandos, estimulando, desafiando e mediando a aprendizagem;
• Ter consciência de que seus atos, palavras e sentimentos são modelos e referências para toda comunidade educativa."
Estou aprendendo a valorizar mais o que meus alunos produzem, já propus em outro ano que realizassem entrevistas com as pessoas que trabalham na escola, mas dei as perguntas prontas para que entrevistassem, com esta atividade concluí que foi muito melhor para eles criarem as perguntas do que eu dar pronta, assim sentiram-de mais valorizados, tiraram suas dúvidas, pensaram e produziram mais.
http://www.alfagente.org.br/blog/?page_id=97
Recebemos na sala de aula as pessoas que foram convidadas para entrevista: Uma professora, secretária, diretora e vice, um funcionário da limpeza, uma merendeira, orientadora e supervisora.
Os entrevistados ouviam as perguntas, respondiam e toda a turma escutava, os grupos responsáveis anotavam as respostas .
Percebi o brilho nos olhos das crianças cada vez que ia um funcionário diferente da escola para ser entrevistado, sentiam-se valorizados e faziam de tudo para corresponder, um grupo até se posicionou levantando para realizar as perguntas, os outros gostaram e passaram a levantar-se também, as perguntas eram bem características deles, exemplo: Perguntaram para a professora escolhida do terceiro ano: Você sabe dar uma boa aula? Você vai dar uma boa aula para nós? Você passa muita coisa no quadro? Quando você vai para de ser professora?
Para o senhor que trabalha na limpeza perguntaram se ele limpa o banheiro, se põe papel higiênico no banheiro, se usa luva para fazer seu trabalho
"A valorização do “Ser” a partir de seu contexto histórico e cultural permeia toda proposta curricular. Segundo Vigotsky, o aluno não é só o sujeito da aprendizagem, mas, aquele que aprende com o outro (colegas e adultos) o que o seu grupo social produz, construindo assim seus valores, sua linguagem e o próprio conhecimento."
"Professores, auxiliares, coordenadores, cozinheiras, serviços gerais, voluntários e diretoria são considerados educadores a partir do momento que participam direta ou indiretamente dos projetos desenvolvidos e como tal devem corresponder aos seguintes anseios:
Acreditar na educação como meio de transformação social;
• Entender a educação a partir da visão sistêmica: tudo está interligado, a contextualização das partes leva à compreensão do todo;
• Acolher a diversidade;
• Adotar uma postura reflexiva, compreendendo e não julgando;
• Utilizar o afeto como principal recurso pedagógico;
• Investir nas possibilidades dos educandos, estimulando, desafiando e mediando a aprendizagem;
• Ter consciência de que seus atos, palavras e sentimentos são modelos e referências para toda comunidade educativa."
Estou aprendendo a valorizar mais o que meus alunos produzem, já propus em outro ano que realizassem entrevistas com as pessoas que trabalham na escola, mas dei as perguntas prontas para que entrevistassem, com esta atividade concluí que foi muito melhor para eles criarem as perguntas do que eu dar pronta, assim sentiram-de mais valorizados, tiraram suas dúvidas, pensaram e produziram mais.
http://www.alfagente.org.br/blog/?page_id=97
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Quarta-feira, dia 2/06, propus uma atividade de Matemática em que os resultados me chamaram atenção, distribuí desenhos de casinhas que deveriam pintar, recortar e colar em uma rua desenhada por eles, mas para isso deveriam classificar, escolheriam um dos critérios, como: porta escura ou clara, 1 ou 2 janelas, modelo de telhado, com ou sem chaminé, cor que pintaram.
Percebi que alguns alfabetizados ficaram com dificuldades, um aluno até chorou porque já havia colado na folha e não conseguia classificar, ele não conseguia entender que o critério escolhido seria utilizado para todas as casinhas do mesmo lado da rua, acalmei o menino e classifiquei com ele de todas as formas possíveis, após disse que deveria escolher uma forma para classificar, escolheu de acordo com as chaminés e conseguiu compreender a proposta.
Pedi que colocassem o nome na rua e deveria ser o nome e número da rua onde moram, questionei qual é o número do vizinho da frente e qual critério era utilizado para escolha dos números para quem coloca luz como a CEE ou Nortram, coloquei no quadro alguns exemplos de números dos alunos e seus vizinhos da frente classificando, após várias tentativas de adivinhar qual o critério, falei que de um alado da rua são números pares e de outro ímpares, questionei se sabiam o que são números pares e ímpares, alguns só conheciam a brincadeira “ discordar”. Chamei algumas crianças para irem a frente e se agruparam de 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9, fui formando pares entre eles, expliquei que se formarem pares sem sobrar ninguém o número é par, se alguém ficar sozinho no grupo é ímpar, registramos no caderno. Falei sobre ver a unidade de cada número para descobrir se números maiores são pares ou ímpares. Solicitei que escolhessem números pares para colocar nas casas de um lado da rua e ímpares do outro cuidando para que sua casa e a do vizinho ficassem do lado certo, compreenderam bem, alguns tiveram um pouco de dificuldade, precisaram usar também tampinhas para formar grupos e relembrar quais eram pares e ímpares.
“O jogo é um importante aliado para o ensino formal da matemática, através de jogos como: boliche, bingos, dominó, baralho, dado, quebra-cabeça, xadrez, jogo da memória, jogo da velha, jogo dos primeiros números, na ponta da língua, blocos lógicos, linha da vida, caixa surpresa, números impares, números pares, brinquedos educativos, tridimensional, habilidades de calculo, módulos educativos (desenvolve-se habilidades operatórias).
Segundo Antunes (1998) "Entende-se por habilidade operatória uma aptidão ou capacidade cognitiva e apreciativa específica, que possibilita a compreensão e a intervenção de indivíduo nos fenômenos sociais e culturais e que o ajude a construir conexões".
Kishimoto, (2000) "defende que com a aquisição do conhecimento físico, a criança terá elementos para estabelecer relações e desenvolver seu raciocínio lógico matemático, o que é importante para o desenvolvimento da capacidade de ler e escrever".
É viável observar que para o sujeito apropriar-se de conceitos como de números é necessário que este exercite a ação mental sobre o objeto social de conhecimento.
Ainda para Kishimoto (2000) "Para o desenvolvimento do raciocínio lógico matemático, o mediador deve organizar jogos voltados para classificação, seriação, seqüência, espaço, tempo e medidas". A introdução de jogos como recurso didático nas aulas de matemática é tido como possibilidade para diminuir os bloqueios apresentados por alguns alunos, a respeito da matemática.”
Texto “A matemática aplicada de forma lúdica” Valdirene Araújo da Silva Souza 29/01/2009
Esta atividade foi bastante significativa para mim e meus alunos, ambos aprendemos muito. Já trabalhei números pares e ímpares em outra escola com uma turma de Segunda serie, atual terceiro ano, usei apenas livro e lápis e como tiveram dificuldade de aprender, isso porque o interesse era pouco.
Percebo dia a dia como é importante trabalhar o lúdico, o concreto, despertar interesse e curiosidade desafiando-as para realizarem novas descobertas!
Percebi que alguns alfabetizados ficaram com dificuldades, um aluno até chorou porque já havia colado na folha e não conseguia classificar, ele não conseguia entender que o critério escolhido seria utilizado para todas as casinhas do mesmo lado da rua, acalmei o menino e classifiquei com ele de todas as formas possíveis, após disse que deveria escolher uma forma para classificar, escolheu de acordo com as chaminés e conseguiu compreender a proposta.
Pedi que colocassem o nome na rua e deveria ser o nome e número da rua onde moram, questionei qual é o número do vizinho da frente e qual critério era utilizado para escolha dos números para quem coloca luz como a CEE ou Nortram, coloquei no quadro alguns exemplos de números dos alunos e seus vizinhos da frente classificando, após várias tentativas de adivinhar qual o critério, falei que de um alado da rua são números pares e de outro ímpares, questionei se sabiam o que são números pares e ímpares, alguns só conheciam a brincadeira “ discordar”. Chamei algumas crianças para irem a frente e se agruparam de 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9, fui formando pares entre eles, expliquei que se formarem pares sem sobrar ninguém o número é par, se alguém ficar sozinho no grupo é ímpar, registramos no caderno. Falei sobre ver a unidade de cada número para descobrir se números maiores são pares ou ímpares. Solicitei que escolhessem números pares para colocar nas casas de um lado da rua e ímpares do outro cuidando para que sua casa e a do vizinho ficassem do lado certo, compreenderam bem, alguns tiveram um pouco de dificuldade, precisaram usar também tampinhas para formar grupos e relembrar quais eram pares e ímpares.
“O jogo é um importante aliado para o ensino formal da matemática, através de jogos como: boliche, bingos, dominó, baralho, dado, quebra-cabeça, xadrez, jogo da memória, jogo da velha, jogo dos primeiros números, na ponta da língua, blocos lógicos, linha da vida, caixa surpresa, números impares, números pares, brinquedos educativos, tridimensional, habilidades de calculo, módulos educativos (desenvolve-se habilidades operatórias).
Segundo Antunes (1998) "Entende-se por habilidade operatória uma aptidão ou capacidade cognitiva e apreciativa específica, que possibilita a compreensão e a intervenção de indivíduo nos fenômenos sociais e culturais e que o ajude a construir conexões".
Kishimoto, (2000) "defende que com a aquisição do conhecimento físico, a criança terá elementos para estabelecer relações e desenvolver seu raciocínio lógico matemático, o que é importante para o desenvolvimento da capacidade de ler e escrever".
É viável observar que para o sujeito apropriar-se de conceitos como de números é necessário que este exercite a ação mental sobre o objeto social de conhecimento.
Ainda para Kishimoto (2000) "Para o desenvolvimento do raciocínio lógico matemático, o mediador deve organizar jogos voltados para classificação, seriação, seqüência, espaço, tempo e medidas". A introdução de jogos como recurso didático nas aulas de matemática é tido como possibilidade para diminuir os bloqueios apresentados por alguns alunos, a respeito da matemática.”
Texto “A matemática aplicada de forma lúdica” Valdirene Araújo da Silva Souza 29/01/2009
Esta atividade foi bastante significativa para mim e meus alunos, ambos aprendemos muito. Já trabalhei números pares e ímpares em outra escola com uma turma de Segunda serie, atual terceiro ano, usei apenas livro e lápis e como tiveram dificuldade de aprender, isso porque o interesse era pouco.
Percebo dia a dia como é importante trabalhar o lúdico, o concreto, despertar interesse e curiosidade desafiando-as para realizarem novas descobertas!
domingo, 30 de maio de 2010
Jogos no cotidiano escolar
Esta semana propus a meus alunos um jogo bem diferente, deveriam em grupos, escrever em uma folha frases com nomes dos colegas que desejassem de forma que rimasse, o grupo que formasse o maior número de frases com rimas seria campeão e cada componente ganharia um pirulito. Esta foi a atividade que mais se envolveram, aprenderam e se divertiram de toda a semana, criaram diversas frases com rimas muito engraçadas, permiti que escrevessem desde que não tivesse palavrões e algo que desse a entender preconceito a algum colega.
Algumas frases das crianças em que todos brincaram sem se ofender, riam juntos e não ficavam brabos:
A Joanna dorme de vestido na cama.
A Beatriz tirou sujeira do nariz.
O Juan come maçã.
A Alice fez xixi na bice.
A Gabriela gosta de comer na panela.
A Ana toma mamá na cama.
Após a contagem das frases, fizemos um jogo da forca com as frases que os alunos criaram, escolhi algumas e jogamos. Se envolveram muito e precisavam ir lendo para tentar descobrir quais frases estavam no jogo para que não fossem “enforcados”.
“É muito mais fácil e eficiente aprender por meio de jogos, isso é válido para todas as idades, desde o maternalaté a fase adulta. O jogo em si possui componentes do cotidiano e o envolvimento desperta o interesse do aprendiz que se torna sujeito ativo doprocesso,e a confecção dos próprios jogos é ainda mais emocionante do que apenas jogar.”
Texto:A importância dos jogos e brincadeira no cotidiano escolar”, de Vivian Karla Carvalho Alves
“Dentre muitas atividades lúdicas que podem ser desenvolvidas em sala de aula destacamos o brincar e o jogar. Os jogos têm imenso valor educacional. Quando conduzidos em grupos, tais jogos proporcionam o aprendizado de forma muito mais eficiente que os tradicionais exercícios em folhas mimeografadas. Os jogos em grupo também promovem o desenvolvimento da inteligência e estimulam crescimento da capacidade de cooperação entre as crianças.”
“Ao trabalhar em pequenos grupos, as crianças precisam acompanhar o raciocínio de seus colegas e desenvolver estratégias para poderem permanecer no jogo ou vencer. Contrariamente, quando trabalha só em sua folha de exercícios, a criança lida apenas com a sua forma de pensar, sem precisar coordenar diversos pontos de vista. É precisamente pela coordenação e reflexão sobre diferentes opiniões que a criança avança em seu próprio pensamento. Desta forma, é natural que ela aprenda muito mais no desenvolvimento de um jogo do que nas lições mimeografadas.”
Texto: Os jogos e brincadeiras no cotidiano escolar http://capimgrosso.net/index.php?view=article&catid=25:infantil&id=186:os-jogos-e-as-brincadeiras-no-cotidiano-escolar&option=com_content&Itemid=213
“E ao resgatarmos as funções do lúdico na formação do educador e do educando estamos retomando a história e a evolução do homem na sociedade, pois cada época e cada cultura tem uma visão diferente de mundo, pois a criança não tinha a existência de hoje ela era considerada miniatura do adulto ou quase adulto, os jogos e brinquedos, embora sendo um elemento sempre presente na humanidade desde seu início também não tinha a conotação que tem hoje, eram vistos como fúteis e tinha como objetivo a distração e o recreio sendo assim dentre as contribuições mais importantes deste estudo podemos destacar que:
• As atividades lúdicas possibilitam exercitar as resistências ’’pois permitem a formação do auto conceito positivo;
• As atividades lúdicas possibilitam o desenvolvimento integral da criança já que através destas atividades a criança se desenvolve afetivamente, convive socialmente e opera mentalmente.
• O brinquedo e o jogo são produtos de cultura e seus usos permitem a inserção da criança na sociedade;
• O brincar é uma necessidade básica assim como é a nutrição, a saúde, a habitação e a educação ;
• O jogo é essencial para a saúde física e mental.
• O jogo simbólico permite à criança vivências do mundo adulto e isto possibilita a meditação entre o real e o imaginário.”
“Em prol desta sugestão será preciso, portanto, que currículos sejam repensados, dando aos jogos ,brinquedos e brincadeiras um novo desenvolvimento de ensino aprendizado desenvolvendo a alegria de entender a escola como um espaço, acima de tudo prazerosa, pois o jogo é para a criança o exercício e a preparação para a vida adulta, assim a criança aprende brincando o que a faz desenvolver suas potencialidades, porém é importante que o educador ao utilizar um jogo, tenha definidos, objetivos a alcançar e saiba escolher o jogo adequado ao momento educativo. Enquanto a criança está simplesmente brincado incorpora valores, conceitos e conteúdos que o educador poderá estar anotando para serem analisados e colocados em prática num futuro bem próximo.”
“ Para formar professores com pleno conhecimento lúdico é uma tarefa árdua e difícil, pois o educador tem que ter um conhecimento profundo e acreditar que ele é capaz de conscientizar o ensino lúdico como uma forma de aprendizagem”
“Conduzir a criança à busca, ao domínio de um conhecimento mais abstrato misturando habilmente uma parcela de esforço com uma leve dose de brincadeiras transformaria o trabalho, o aprendizado num jogo, bem sucedido momento em que a criança mergulha profundamente sem se dar conta disso.
Na aplicação dos jogos o professor deve:
1. Ser um guia.
2. Ser um desafiador, estimulador da inteligência.
3. Ser um problematizador.
4. Analisar e discutir o porquê , para quê , para quem e os efeitos do jogo.
5. Colocar-se como irmão mais velho, junto ao qual os menores buscam segurança e novos conhecimentos.
6. Ter consciência do que faz e saber porque faz.
7. Ser um libertador (estar seguro).
8. Motivar sempre os alunos.
9. Ter variedades de jogos e técnicas.
10. Adaptar-se a realidade e ter flexibilidade.
11. Preparar e conscientizar os alunos para os jogos em grupos.
12. Relatar e publicar experiências para que outros possam conhecê-las.”
Texto: A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NAS SERIES INICIAIS” João do Rozário Lima.
Estou aprendendo muito neste curso porque proporcionava a meus alunos a oportunidade de aprender através de jogos apenas uma vez na semana e acreditava que era suficiente, este ano estou proporcionado momentos para trabalhar e pender com jogos quase todos os dias e percebo o quanto meus alunos estão aprendendo, cooperando uns com os outros aprendendo a trocar ideias em grupo.
Algumas frases das crianças em que todos brincaram sem se ofender, riam juntos e não ficavam brabos:
A Joanna dorme de vestido na cama.
A Beatriz tirou sujeira do nariz.
O Juan come maçã.
A Alice fez xixi na bice.
A Gabriela gosta de comer na panela.
A Ana toma mamá na cama.
Após a contagem das frases, fizemos um jogo da forca com as frases que os alunos criaram, escolhi algumas e jogamos. Se envolveram muito e precisavam ir lendo para tentar descobrir quais frases estavam no jogo para que não fossem “enforcados”.
“É muito mais fácil e eficiente aprender por meio de jogos, isso é válido para todas as idades, desde o maternalaté a fase adulta. O jogo em si possui componentes do cotidiano e o envolvimento desperta o interesse do aprendiz que se torna sujeito ativo doprocesso,e a confecção dos próprios jogos é ainda mais emocionante do que apenas jogar.”
Texto:A importância dos jogos e brincadeira no cotidiano escolar”, de Vivian Karla Carvalho Alves
“Dentre muitas atividades lúdicas que podem ser desenvolvidas em sala de aula destacamos o brincar e o jogar. Os jogos têm imenso valor educacional. Quando conduzidos em grupos, tais jogos proporcionam o aprendizado de forma muito mais eficiente que os tradicionais exercícios em folhas mimeografadas. Os jogos em grupo também promovem o desenvolvimento da inteligência e estimulam crescimento da capacidade de cooperação entre as crianças.”
“Ao trabalhar em pequenos grupos, as crianças precisam acompanhar o raciocínio de seus colegas e desenvolver estratégias para poderem permanecer no jogo ou vencer. Contrariamente, quando trabalha só em sua folha de exercícios, a criança lida apenas com a sua forma de pensar, sem precisar coordenar diversos pontos de vista. É precisamente pela coordenação e reflexão sobre diferentes opiniões que a criança avança em seu próprio pensamento. Desta forma, é natural que ela aprenda muito mais no desenvolvimento de um jogo do que nas lições mimeografadas.”
Texto: Os jogos e brincadeiras no cotidiano escolar http://capimgrosso.net/index.php?view=article&catid=25:infantil&id=186:os-jogos-e-as-brincadeiras-no-cotidiano-escolar&option=com_content&Itemid=213
“E ao resgatarmos as funções do lúdico na formação do educador e do educando estamos retomando a história e a evolução do homem na sociedade, pois cada época e cada cultura tem uma visão diferente de mundo, pois a criança não tinha a existência de hoje ela era considerada miniatura do adulto ou quase adulto, os jogos e brinquedos, embora sendo um elemento sempre presente na humanidade desde seu início também não tinha a conotação que tem hoje, eram vistos como fúteis e tinha como objetivo a distração e o recreio sendo assim dentre as contribuições mais importantes deste estudo podemos destacar que:
• As atividades lúdicas possibilitam exercitar as resistências ’’pois permitem a formação do auto conceito positivo;
• As atividades lúdicas possibilitam o desenvolvimento integral da criança já que através destas atividades a criança se desenvolve afetivamente, convive socialmente e opera mentalmente.
• O brinquedo e o jogo são produtos de cultura e seus usos permitem a inserção da criança na sociedade;
• O brincar é uma necessidade básica assim como é a nutrição, a saúde, a habitação e a educação ;
• O jogo é essencial para a saúde física e mental.
• O jogo simbólico permite à criança vivências do mundo adulto e isto possibilita a meditação entre o real e o imaginário.”
“Em prol desta sugestão será preciso, portanto, que currículos sejam repensados, dando aos jogos ,brinquedos e brincadeiras um novo desenvolvimento de ensino aprendizado desenvolvendo a alegria de entender a escola como um espaço, acima de tudo prazerosa, pois o jogo é para a criança o exercício e a preparação para a vida adulta, assim a criança aprende brincando o que a faz desenvolver suas potencialidades, porém é importante que o educador ao utilizar um jogo, tenha definidos, objetivos a alcançar e saiba escolher o jogo adequado ao momento educativo. Enquanto a criança está simplesmente brincado incorpora valores, conceitos e conteúdos que o educador poderá estar anotando para serem analisados e colocados em prática num futuro bem próximo.”
“ Para formar professores com pleno conhecimento lúdico é uma tarefa árdua e difícil, pois o educador tem que ter um conhecimento profundo e acreditar que ele é capaz de conscientizar o ensino lúdico como uma forma de aprendizagem”
“Conduzir a criança à busca, ao domínio de um conhecimento mais abstrato misturando habilmente uma parcela de esforço com uma leve dose de brincadeiras transformaria o trabalho, o aprendizado num jogo, bem sucedido momento em que a criança mergulha profundamente sem se dar conta disso.
Na aplicação dos jogos o professor deve:
1. Ser um guia.
2. Ser um desafiador, estimulador da inteligência.
3. Ser um problematizador.
4. Analisar e discutir o porquê , para quê , para quem e os efeitos do jogo.
5. Colocar-se como irmão mais velho, junto ao qual os menores buscam segurança e novos conhecimentos.
6. Ter consciência do que faz e saber porque faz.
7. Ser um libertador (estar seguro).
8. Motivar sempre os alunos.
9. Ter variedades de jogos e técnicas.
10. Adaptar-se a realidade e ter flexibilidade.
11. Preparar e conscientizar os alunos para os jogos em grupos.
12. Relatar e publicar experiências para que outros possam conhecê-las.”
Texto: A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NAS SERIES INICIAIS” João do Rozário Lima.
Estou aprendendo muito neste curso porque proporcionava a meus alunos a oportunidade de aprender através de jogos apenas uma vez na semana e acreditava que era suficiente, este ano estou proporcionado momentos para trabalhar e pender com jogos quase todos os dias e percebo o quanto meus alunos estão aprendendo, cooperando uns com os outros aprendendo a trocar ideias em grupo.
domingo, 23 de maio de 2010
Matemática
A atividade que mais me chamou atenção esta semana foi trabalhar valor dos algarismos com uo de material concreto.
Lembro que no ano anterior trabalhei com meus alunos os números através de atividades de folhinhas e uso de livro didático, neste ano iniciei de forma diferente, usei com as crinaças o Material Dourado.
Iniciaram manuseando livremente o material e ordenaram novamente nas caixas, conversamos sobre os nomes das peças e para que serviam, em grupos formaram os números solicitados usando as unidades, trocavam 10 unidades por uma dezena e fizemos esta troca também usando as crianças, umas representavam as unidades e outras, as dezenas, esta parte gostaram mais ainda.
Percebi ao trabalhar Matemática com as crianças o quanto é importante proporcionar contato com material concreto, há uma compreensão maior e de forma mais prazerosa.
“ O uso do material concreto propicia aulas mais dinâmicas e amplia o pensamento abstrato por um processo de retificações sucessivas que possibilita a construção de diferentes níveis de elaboração do conceito.” ( PAIS, 2006).
“ Os parâmetros curriculares nacionais ( BRASIL, 1997) também destacam a utilização de materiais concretos pelos professores como um recurso alternativo que pode tornar bastante significativo o processo de ensino- aprendizagem da Matemática”
Material concreto: uma estratégia pedagógica para trabalhar conceitos matemáticos”.
NOVELO, Tanise Paula; SILVEIRA Daniel da Silva; LUZ, Vanessa Silva ; COPELLO, Gláucia Brasil; LAURINO, Dèbora Pereira .
“ Nada deve ser dado a criança, no campo da Matemática, sem primeiro apresentar-se a ela em uma situação concreta que a leve a agir, a pensar, a experimentar, a descobrir, e daí, a mergulhar na abstração”.( Azevedo, p. 27)
O uso de recursos didáticos no ensino escolar, Salete Eduardo de Souza.
Enfim, estou aprendendo novas forma de trabalhar com meus alunos e crescendo como profissional.
Lembro que no ano anterior trabalhei com meus alunos os números através de atividades de folhinhas e uso de livro didático, neste ano iniciei de forma diferente, usei com as crinaças o Material Dourado.
Iniciaram manuseando livremente o material e ordenaram novamente nas caixas, conversamos sobre os nomes das peças e para que serviam, em grupos formaram os números solicitados usando as unidades, trocavam 10 unidades por uma dezena e fizemos esta troca também usando as crianças, umas representavam as unidades e outras, as dezenas, esta parte gostaram mais ainda.
Percebi ao trabalhar Matemática com as crianças o quanto é importante proporcionar contato com material concreto, há uma compreensão maior e de forma mais prazerosa.
“ O uso do material concreto propicia aulas mais dinâmicas e amplia o pensamento abstrato por um processo de retificações sucessivas que possibilita a construção de diferentes níveis de elaboração do conceito.” ( PAIS, 2006).
“ Os parâmetros curriculares nacionais ( BRASIL, 1997) também destacam a utilização de materiais concretos pelos professores como um recurso alternativo que pode tornar bastante significativo o processo de ensino- aprendizagem da Matemática”
Material concreto: uma estratégia pedagógica para trabalhar conceitos matemáticos”.
NOVELO, Tanise Paula; SILVEIRA Daniel da Silva; LUZ, Vanessa Silva ; COPELLO, Gláucia Brasil; LAURINO, Dèbora Pereira .
“ Nada deve ser dado a criança, no campo da Matemática, sem primeiro apresentar-se a ela em uma situação concreta que a leve a agir, a pensar, a experimentar, a descobrir, e daí, a mergulhar na abstração”.( Azevedo, p. 27)
O uso de recursos didáticos no ensino escolar, Salete Eduardo de Souza.
Enfim, estou aprendendo novas forma de trabalhar com meus alunos e crescendo como profissional.
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